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Abordagem · Análise do Comportamento (ABA)

Prontuário para análise do comportamento: função, contingências e linha de base

O prontuário para análise do comportamento define o comportamento-alvo pela função e guarda antecedente, resposta, consequência, variáveis de controle e a direção do objetivo. O Sinthoma tem uma aba com esses campos. A IA redige um rascunho em linguagem comportamental; você revisa e assina.

Atualizado em

SinthomaRegistro de sessão
Registro de sessão: evolução, alerta de risco e geração da análise pela IA.
Tela demonstrativa do Sinthoma

Como se documenta na análise do comportamento

A análise do comportamento parte do behaviorismo radical de Skinner e descreve o comportamento pela sua função, não pela aparência. Dois comportamentos com a mesma forma podem ter funções opostas, e o contrário também vale. A nota começa, por isso, pela definição do comportamento-alvo e pelas variáveis que o controlam.

A unidade de registro é a contingência: o que vem antes (antecedente ou estímulo discriminativo), o que a pessoa faz (resposta) e o que vem depois (consequência que mantém). Pensamentos e sentimentos entram como comportamento encoberto, analisado sob as mesmas contingências, e não como causa. Operações estabelecedoras e outras variáveis de controle fecham o quadro.

Os objetivos são formulados como aumento, diminuição, instalação ou manutenção de comportamentos, em geral com linha de base e auto-registro. A nota compara a sessão com a linha de base e registra a intervenção, como modelagem, extinção, controle de estímulos ou reforçamento programado. Quem trabalha também com ACT ou FAP encontra a página dessas linhas aqui. O artigo análise funcional ABC mostra um modelo de registro.

O que o Sinthoma faz para quem trabalha com análise do comportamento

Com análise do comportamento no perfil, a evolução livre é o formato padrão. A aba da linha tem seis campos: comportamento-alvo pela função, antecedente, resposta, consequência, variáveis de controle e direção do objetivo (aumentar, diminuir, instalar ou manter). O plano é organizado por metas.

A IA fala a língua da linha: função, tríplice contingência, estímulo discriminativo, reforço negativo, modelagem. Evita crença disfuncional, distorção cognitiva, reestruturação cognitiva e mentalismo. Não impõe o molde de agenda, tarefa de casa e registro de pensamentos da TCC. Ela lê pensamentos como comportamento encoberto a analisar, e não como causa.

Um limite que vale dizer: linha de base e frequência ficam no texto da nota. O Sinthoma não gera gráfico de frequência de comportamento. Os gráficos que existem são os das escalas PHQ-9, GAD-7 e DASS-21 e os do diário de bordo, que o paciente responde no espaço dele. Se você usa folha de auto-registro, a câmera do campo de registro fotografa a anotação e transcreve o texto para a nota.

Auto-registro do paciente: diário de bordo e diário livre

O auto-registro é parte do método, e o Sinthoma tem dois caminhos para ele. O diário de bordo é o formulário que você envia, com repetição diária, semanal, quinzenal ou mensal, em perguntas curtas sobre humor, energia, sono ou ansiedade. O Meu diário é o espaço livre do paciente. Cada registro pode ser marcado como visto, relevante ou oculto da IA.

Esses modelos não são uma planilha de comportamento-alvo e não medem a frequência de uma resposta específica. Se o seu auto-registro tem colunas próprias de antecedente e consequência, ele continua em papel ou planilha, e a nota registra o que ele mostrou. Um selo automático marca registros com palavras sensíveis como "para sua atenção". Isso quer dizer "olhe isto", nunca "há risco".

Exemplo de registro (fictício)

Exemplo inventado para mostrar a lógica da contingência. O paciente é fictício, identificado por iniciais, e a nota não corresponde a nenhum caso real.

Comportamento-alvo de J.B., definido pela função: fuga de situações de avaliação presencial, como sair da sala ou pedir para falar depois. Auto-registro da semana: 4 episódios. Antecedente mais frequente: o chefe dizer "tem um minuto?". Consequência mantenedora: alívio imediato (reforço negativo), seguido de ruminação à noite.

O pensamento "vou ser demitido" foi analisado como comportamento encoberto sob as mesmas contingências, e não como causa da fuga. Linha de base atual: nenhuma conversa de feedback sem fuga.

Intervenção: modelagem de resposta incompatível, com ensaio em sessão de permanecer 2 minutos na conversa e pedir um exemplo concreto. Direção do objetivo: aumentar. Auto-registro mantido, com revisão em duas semanas.

O que vale para todas as abordagens: CFP e LGPD

A Resolução CFP nº 01/2009 pede o registro dos procedimentos técnico-científicos adotados (art. 2º), e a análise funcional é exatamente isso, nomeado de forma verificável. O registro é sucinto (art. 1º), e a guarda mínima é de 5 anos (art. 4º). Se o atendimento envolver criança ou adolescente, a identificação do responsável legal faz parte do conteúdo mínimo.

A LGPD (Lei nº 13.709/2018, art. 5º, II) classifica dado de saúde como sensível, e no Sinthoma os dados ficam criptografados em servidores no Brasil. O conteúdo exigido está em prontuário eletrônico para psicólogos, e as funções do sistema em sistema para psicólogos. Os planos estão em preços.

Perguntas frequentes

Qual o melhor prontuário para análise do comportamento?

O que deixa descrever o comportamento pela função e registrar contingências. No Sinthoma, a aba da linha tem campos para comportamento-alvo, antecedente, resposta, consequência e direção do objetivo, e o plano gratuito atende até 3 pacientes ativos.

Como fazer a evolução de sessão em análise do comportamento?

Defina o comportamento-alvo pela função, registre antecedente, resposta e consequência, compare com a linha de base e descreva a intervenção. Termine com a direção do objetivo e a data de revisão. Na evolução livre, isso vira prosa objetiva.

Dá para registrar análise funcional ABC no prontuário?

Dá. Os campos de antecedente, resposta e consequência ficam na aba da linha, ao lado das variáveis de controle. O comportamento-alvo é descrito pela função, e não só pela aparência.

O Sinthoma mostra gráfico de frequência do comportamento?

Não. A frequência e a linha de base ficam registradas no texto da nota. Há gráfico para escalas como PHQ-9, GAD-7 e DASS-21 e para o diário de bordo do paciente.

A IA troca os termos comportamentais por termos cognitivos?

Não. Com a linha marcada, a IA usa função, contingência e comportamento encoberto e evita crença disfuncional e distorção cognitiva. Você revisa o rascunho antes de assinar.

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