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Abordagem · Psicanálise

Prontuário para psicanalista: registrar sem trair o setting

A psicanálise também exige registro, e o desafio é cumprir o CFP sem transformar a escuta em checklist. Você documenta o essencial do caso (identificação, evolução, encaminhamentos) preservando a singularidade do setting. Não é transcrever a sessão, é guardar o que sustenta a continuidade do trabalho.

Como se documenta na psicanálise

O registro psicanalítico foge dos formatos estruturados do modelo médico. Em vez de queixa e conduta, ele acompanha o movimento do caso: o que se repete, o que se desloca, os pontos de transferência, os encaminhamentos. O suficiente para orientar o tratamento e proteger analista e analisando, sem anotar demais e ferir o sigilo.

O que o Sinthoma oferece para psicanálise

O Sinthoma tem registro livre e formato psicanalítico, sem forçar SOAP ou DAP onde eles não cabem. A nota acompanha o estilo do analista, não o contrário. Tudo com sigilo técnico (criptografia, controle de acesso) e retenção pelos prazos do CFP.

Perguntas frequentes

Psicanalista é obrigado a manter prontuário?
Sim. O registro documental é exigido pelo CFP (Resolução nº 01/2009) em qualquer abordagem. O que muda é a forma de registrar, não a obrigação.
Preciso transcrever a sessão?
Não. Registre o essencial (identificação, evolução, encaminhamentos). Anotar o necessário preserva o setting e cumpre o CFP.

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